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17 novembro 2015

Vamos conversar sobre O DIÁRIO DA PRINCESA?

Publicado pela editora Galera Record e escrito por Meg Cabot. 
Item 08– UM LIVRO QUE FOI ADAPTADO PARA FILME- DESAFIO CRÔNICA SEM EIRA.



Você já assistiu ao filme O DIÁRIO DA PRINCESA, aquele com a Anne Hathaway e a maravilhosa Julie Andrews? Adoro aquele filme, ele fazia a alegria das mulheres na minha casa durante os fins de semana. Minha mãe, minha avó e eu assistíamos sempre que passava e riamos juntas, é aquele tipo de filme que todas gostamos e assistimos nem que seja pela milésima vez, que nem Ritmo Quente-veja um post sobre- então eu finalmente li o livro!

 
não consigo imaginar mais ninguém nos papeis de Mia e Clarisse, olha só que dupla perfeita!

É um daqueles lados positivos dos sebos, você encontra esses livros “antigos” que você não acharia facilmente em livrarias, e eu fiquei muito empolgada em encontra-lo.
Mia Thermopolis é uma adolescente de 14 anos bem normal sabe? Ela é vegetariana, odeia álgebra, tem uma quedinha pelo garoto mais popular da escola e sua melhor amiga é meio maluca. Seus dramas e problemas também são muito normais, ela está quase reprovando em álgebra, seu corpo não desenvolveu como o das outras garotas (ela se lamenta o tempo todo que não tem seios), ela precisa lembrar a própria mãe que tem que pagar as contas e nenhum garoto a chamou para sai. Até que seu pai lhe conta um segredo que mudou a vida dela de um dia para o outro. O pai dela teve câncer e precisou retirar um dos testículos, ele ficou estéril e ela seria sua única herdeira. O que Mia não esperava é que ele na verdade é príncipe de Genovia, que fica na fronteira em Itália e França, e ela de agora em diante se tornaria Amelia Mignonette Grimaldi Thermopolis Renaldo, princesa de Genovia.
“Porque ninguém que conheço jamais esteve nessa situação. Ninguém foi dormir uma noite como uma pessoa e acordou na manhã seguinte descobrindo que era alguém inteiramente diferente.”
Este não é um livro revolucionário, intelectual, que vai mudar sua opinião sobre algo, que vai te fazer refletir profundamente sobre o futuro da humanidade, não. Este é um livro bem gostoso de se ler, muito engraçado e leve. A história é contada no formato do diário de Amelia, portanto a linguagem é informal e muito convidativa, ele foi feito para te relaxar e te fazer rir, mas também me fez lembrar dos meus 14 anos, daquela época em que tinha várias amigas, que vez ou outra falávamos sobre meninos e chamávamos nossos pais de “injustos”, e de algumas vezes em que mesmo com 19 eu posso me tornar tão dramática quanto a Mia. Em vários outros aspectos eu me identifiquei com ela, como a paranoia dela quando ela pretendia colar na prova e não parava de pensar que seria pega, além da aversão que ela tem com a álgebra.

ODE À ÁLGEBRA
Jogadas nesta sala de aula nojenta,
Morremos como mariposas sem lâmpada,
Fechadas dentro da desolação de luzes fluorescentes
E carteiras de metal.
Dez minutos, até que toque a sineta.
Para que serve em nossa vida diária
A fórmula da equação do segundo grau?
Podemos usá-la para abrir os segredos dos corações das pessoas que amamos?
Cinco minutos até que toque a sineta.
Professor cruel de álgebra,
Você não vai nos dispensar?
- Mia Thermopolis, página 105

Apesar de serem tão comuns os personagens do livro são adolescentes bem interessantes, muitos deles pensam a frente de sua época, se preocupam com questões importantes como racismo, monarquia, mídia, e coisas desse tipo, mesmo que a Meg mostre isso de um jeito cômico.
É um livro para ler em um fim de semana, apesar de ter lido em um dia e meio, e que com certeza vai tornar as coisas para você um pouco mais leves. Sabe aquele tanto de conta para pagar? Aquela pilha de trabalhos da faculdade? A casa para limpar? Os preparativos para o natal que estão atrasados? É só ler o DIÁRIO DE UMA PRINCESA que você vai esquecer seus problemas, vai deixar tudo de lado para ficar dando conselhos amorosos para a Amelia.
Agora sobre o filme bem, eles com certeza mudaram bastante coisa, mas de longe foi ruim, as vezes até dizia que o filme é melhor, e não evitava ler as linhas com a voz da Anne, então dá para gostar dos dois separadamente ou com um complementando o outro.Eu me diverti horrores com o filme e o livro também não deixou por menos.
O que mais me desanimou é que a continuação, ou as continuações são compostas por 10 LIVROS!! Não sei quando poderei comprar as continuações.
Então é isso, espero que se divirtam tanto quanto eu ao ler essa obra. Um beijo em cada bochecha  até nosso próximo papo literário.


 Obs:imagens tiradas da internet

12 novembro 2015

O QUE EU DEVERIA TER ESCRITO: "A Katniss somos nós — análise de personagem"




Olá querido leitores,
o assunto de hoje ainda gira em torno de Jogos Vorazes, e porque não? Afinal, ainda tem filme para lançar, ainda tem gente para recrutarmos para o Clâ obsessivo de fãs, e ainda ta na boca do povo.
Encontrei esse texto na internet e ao lê-lo sinto que falhei com vocês no quesito resenha, sinto que deveria ter feito diferente, ter deixado a ansiedade de lado e ter sido mais clara, mais detalhista e menos baba ovo da trilogia. Encontre em linhas que mais parecem notas musicais para o meu eu critico, tudo o que deveria ter lhes escrito. Por tanto eu não poderia falhar mais uma vez com vocês e deixar de compartilhar aqui o texto, não é mesmo?!
Então aproveitem e de nada ;)


"Toda vez que um livro é levado ao cinema ou à TV, muito se perde. Dizer que “o livro é melhor que o filme” é, quase sempre, frisar o óbvio. A complexidade das tramas, a profundidade dos personagens e a profusão de detalhes é resumida ao máximo para caber na tela. Mesmo assim, magicamente, temos não só produções grandiosas como também excelentes roteiros, que, em mídia diferente, nada devem às obras originais.
Tá aí Jogos Vorazes, que não me deixa mentir. Dia 19 de novembro estreia nos cinemas A Esperança — O Final, quarta parte da série de filmes inspirada nos livros da trilogia homônima de Suzanne Collins.
De acordo com a vlogueira Pam Gonçalves, cuja monografia em Publicidade e Propaganda foi sobre a representação do feminino no primeiro filme de Jogos, esta é é “uma das melhores adaptações de livros para o cinema“. Vi os filmes, li a trilogia e tenho que concordar com ela. As modificações necessárias não chegaram a prejudicar a trama, embora os livros nos falem muito mais de representação feminina que a versão cinematográfica, pois além da protagonista há outras ótimas personagens que não tiveram tanta vez (e voz) nas telas.
Mas, Mila… meio mundo já falou de Jogos Vorazes! Que é da hora, que é uma baita crítica social, que é girl power, que a personagem é foda, ou não é tão foda assim, blablablá. O que você ainda acha que tem a dizer?
O que quero dizer é como Katniss Everdeen se destaca entre as personagens femininas do mainstream, principalmente nos livros (lembrem-se, esta é uma coluna de literatura!).
Há quem alegue que Katniss não é assim tão girl power, pois ela é simplesmente uma garota durona que se sobressai em atividades violentas — quase um personagem masculino clássico de saias (no caso, de trança), e que é muito fácil criar uma “personagem feminina forte” recorrendo a esse tipo de característica.
Embora respeite o ponto de vista, discordo da análise no caso desta personagem. Primeiro, porque Katniss não é durona para ser desejável aos olhos de um personagem central masculino ou do público masculino, para quem, muitas vezes, a mulher ideal da ficção é durona, sim, mas nunca mais do que o homem: ela ainda precisará ser salva por ele, ou conquistada por ele, ou sacrificada por ele, que é o dono da história. Katniss não está aqui para agradar. Ela não é a única mina no meio de um monte de caras, tentando provar que é tão forte quanto eles. É a mina durona entre gente de todo tipo, inclusive outras mulheres incríveis e perigosas. E é a protagonista, não o interesse romântico de um personagem mais importante. Ela encontra o amor romântico, sim, mas não está à procura dele, nem viverá em função dele. Lembrando que o amor tem muitas faces, o único amor constante de Katniss é pela irmã, por quem ela topa qualquer coisa. Katniss é dura porque a vida a obrigou a isso.
No cinema, sua realidade é difícil, mas amenizada em comparação com o que ela vive nos livros. Perdem-se os detalhes desesperadores na descrição das pessoas que literalmente morrem de fome no paupérrimo Distrito 12, onde ela vive, e da penúria à qual sua família é entregue após a morte do pai. Morre o pai, a mãe entra em depressão profunda e a filha mais velha, de 11 anos, é forçada a ser a adulta da casa. Ela assume o sustento da família, garantindo a sobrevivência da mãe, da irmãzinha Primrose e do gato Buttercup.
Segundo, é uma ótima personagem justamente porque é difícil gostar dela como pessoa, mas é ainda mais difícil não entendê-la ao longo da trama. E é essa compreensão que a completa e a aproxima de nós.
Katniss não pode ter pena de bicho, pois vive da caça. Katniss tenta matar o gato da irmã porque é mais uma boca para alimentar numa vida já miserável (ainda não sei se a perdoei por isso). Não confia nas pessoas, porque aqueles que deveriam zelar por ela fracassaram — o pai morreu e a mãe não conseguiu cuidar das filhas. Aliás, guarda imensa mágoa da mãe, que, a seus olhos, a abandonou — em suas palavras, “não sou do tipo que perdoa”. Katniss é cheia de brios. Detesta dever favores, detesta que tentem protegê-la, que lhe estendam a mão sem querer nada em troca. Não suporta falar de roupas e garotos, odeia ser o centro das atenções e ter conversas sem objetivo claro. Não gosta de fazer amigos. Enfim, detesta quase tudo o que caracteriza as interações sociais de praxe. É desconfiada, antissocial e rancorosa.
Mas, ao longo da sua história muito sangrenta, descobrimos também que, láááá no fundo, ela tem um bom coração. Ela o revela quando desafia as regras para proteger os mais fracos, quando escolhe a dedo aqueles a quem vai amar e ser ferozmente fiel. A narrativa em primeira pessoa nos permite acompanhar cada um de seus pensamentos e emoções, e mostra que, longe de ser valente e inabalável, ela sente medo o tempo todo, por si e por aqueles que ama. Sua grande coragem reside no fato de saber que não pode fugir à vida que lhe empurraram. O que pode fazer é enfrentá-la — com todas as armas que tem — e vencê-la.
E não é isso que nós, mulheres, fazemos todo dia?"
FONTES: SITE


10 novembro 2015

Novidades Dracco

Bom Dia leitores,
estava com saudades de trazer novidades da Dracco para vocês, e dessa vez elas estão incríveis!
Mês de Novembro a editora está trazendo lançamentos da Dracocomics, o sela especial para quadrinhos, e as novidade são:
O REI AMARELO EM QUADRINHOS, organizado por Raphael Fernandes e outros autores.



VALKÍRIA- A FONTE DA JUVENTUDE, de Alex Mir e Alex Genaro.



CABRA D' ÁGUA-TERRA SITIADA, de Airton Marinho e Rolando Mendes.



QUACK-VOL1, mangá de Keji Pato.



STARMIND- O PROFESSOR DE QUÍMICA DO MAL, mangá de Ryot e Toppera-TPR



Ah esses dois mangás tem umas histórias gratuitas lá no site Dracocomics http://dracomics.com/
Já que não falamos em jornalismo a um tempinho por aqui tem jornalismo policial/investigativo em HQ:
CORTABUNDAS- O MANÍACO DE JOSÉ WALTER, de Talles Rodrigues.



Para finalizar essa enxurrada de novidades a galera de Belo Horizonte e Minas Gerais terão todos esses lançamentos na FIQ( Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte) 2015, de 11 a 15 de novembro. Mais informações no site: http://blog.editoradraco.com/2015/11/draco-na-fiq-2015/

Ai essas capas estão incríveis, olha essa da Valkíria! Desejo um ótimo festival para o pessoal que vai na na FIQ, não percam, to até com inveja. Beijos e até nosso próximo papo literário o/





02 novembro 2015

Eu reli Fallen...

ITEM 23- UM LIVRO QUE VOCÊ NÃO GOSTOU MAIS VAI TENTAR LÊ-LO NOVAMENTE- DESAFIO CRÔNICA SEM EIRA

Então,
estava em um sebo dia desses e aquela dúvida cruel de qual livro comprar primeiro,

eis que minha mãe me incentiva a levar as continuações de Fallen,

sem contar que o vendedor fez um preço fabuloso!

Comprei.

Peguei Tormenta e abri para ler,

no primeiro capítulo eu estava perdida e confusa, não lembrava de nada da história.

"Tenho que reler Fallen".




Já fazia mais de dois anos que eu havia lido e apesar de não me lembrar de muita coisa, eu sabia que não tinha gostado muito. Não me leve a mau, eu adoro histórias com anjos caídos, amei por exemplo Sussurro, e eu não saberia te dizer porque não gostei Fallen.

Até agora.

A cada página que passava eu soltava um suspiro de irritação, revirava os olhos e em alguns casos extremos fechava bruscamente o livro e jogava na cama, ou na bolsa.
Começando pela Luce, que personagem chata, sem graça, mimada e superficial! Foi isso que achei dela, simplesmente superficial demais, sem forças nem mesmo para carregar a história. Meu namorado me disse " Dá um desconto para ela, ela só tem 16 anos", e apesar de eu ter lido sobre personagens de 16 anos muito boas, eu dei um desconto e não a chamarei de imatura.
O Daniel também não me agradou muito, gostaria de uma personalidade mais forte para ele.
Cam poderia se tornar meu favorito, até ele começar a agir como um babaca.
Talvez eu não esteja me sentindo muito romântica, essa deve ser uma boa explicação para o fato de que a milenar história de amor me deu nos nervos, apesar do enredo, apesar dos pesares, eu achei um amor intenso de mais para um pequeno espaço de tempo, achei muito brusco, mesmo esse amor ser de outras vidas eu ainda acho que a autora poderia ter nos adaptado mais, e familiarizados mais os personagens para não ser um romance tão absurdo.
A escrita até que não é tão ruim, mas uma das coisas que mais me incomodou foi que em 401 páginas a autora não me explicou quase nada. Eu já comecei Tormenta com esperanças de a Lucinda se tornar uma pessoa melhor (até agora nada) e de a escritora me explicar ALGUMA COISA e parece que ela vai continuar protelando.
Para mim a Lauren Kate (autora) está perdendo a oportunidade de fazer uma história de amor obscura e bem construída, pelo menos foi o que me passou no primeiro livro, apesar daquela capa linda, de obscuro não tem nada, só uma paixão absurda entre dois adolescente nada normais, mais muito chatos. Mas calma, não perdi minhas esperanças e acho que posso ser compensada nas continuações, estou de dedos cruzados!
Bem leitores, desculpe se esse papo literário não foi muito positivo, mas não quero mentir para vocês, e é isso que eu achei. Podem descordar a vontade de mim, quero muito saber a opinião de vocês, só por favor não me xinguem. Beijos.


Conversando sobre A Esperança

ITEM 11-UM LIVRO COM CAPA AZUL-DESAFIO CRÔNICA SEM EIRA

Vamos conversar sobre Esperança?? Vamos!!!
Esperança é o último livro da trilogia Jogos Vorazes, e você provavelmente está se perguntando porque eu pulei Em Chamas para postar aqui no blog. Simplesmente porque para mim os livro mais impactantes e importantes (sem tirar o crédito dos outros) de uma série ou trilogia é o primeiro e o último, o 1° sempre com aquele gostinho delicioso da descoberta e o último com todas as euforias do desfecho. Além do mais eu não consegui parar para fazer resenha ou conversar sobre Em Chamas, estava tão ávida pelo próximo e acabei avançando na leitura sem parar para respirar ou organizar meus pensamentos.
Para começar eu preciso te confessar uma coisa! Eu protelei muito antes de ler Jogos Vorazes, acho que porque estava todo mundo falando sobre isso, em todos os lados, e eu já tinha assistido o primeiro filme, tem tantos livros para ler que eu não queria parar para algo que eu já sabia mais ou menos sobre o que era. Só que tenho mudando alguns pensamentos e tenho me obrigado a pensar mais em questões sociais/políticas, e quando eu vi uma booktuber mostrar coisas interessantíssimas sobre a história eu resolvi que poderia ser uma experiência que só acrescentaria nesse meu (novo) lado revoltado. Depois de ter sido convidada pelo Crônica Sem Eira para fazer parte do Desafio Literário essa vontade só aumentou. E agora eu só tenho que dizer que me arrependo de não ter comprado esses livros antes. Depois que terminei eu senti que algo mudou dentro de mim, eu novamente me aquecida  por uma nova paixão literária, que preciso dizer, foi uma paixão avassaladora.
Vocês devem lembrar o quanto eu falei  que Jogos Vorazes é impactante, mas acho que a trilogia inteira carrega esse adjetivo, para mim o sucesso da distopia provavelmente vem do quão real nos soa, e o quão horrenda é essa realidade.
Esperança para mim foi um livro de perdas, é fatal o jeito como a autora nos mostra a oscilação do estado mental e físico da Katniss, ela também nos lembra em determinados momento que a Katniss é uma adolescente que suporta em suas costas o futuro da sociedade e as vítimas que se acumulam por onde ela e a revolução passam.
Sobre o romance? Sabe, tem uma frase que o Gale (o melhor amigo da Katniss) fala e nos faz refletir. Ele fala o seguinte: " Katniss vai escolher aquele sem o qual ela acha impossível conseguir sobreviver". Notou como ele disse sobreviver? Não é como nas frases românticas que ouvimos "Eu não consigo viver sem você". Estava conversando com minha amiga sobre essa frase e em como ela faz a Katniss parecer egoísta, mas minha amiga apontou que no fim, depois que ela é usada para os interesses dos outros, ela já não servirá de mais nada, e então ela precisará de alguém que cuide dela. Viu como as coisas aqui são diferentes?
No decorrer da história nossa protagonista derrama muitas lágrimas, ela sofre, se machuca e perde a razão muitas vezes, mas em momento algum eu senti que ela foi menos corajosa, mesmo quando ela pensava em tirar a própria vida.
O jogo de poder é palpável e nos deixa divididos e confusos, mesmo que os dois lados possam ser terríveis e ficamos pensando quem é o menos pior. Afinal, mesmo depois de sair da arena os Jogos Vorazes continuam, em uma desenfreada e sangrenta missão.
Talvez possamos definir essa trilogia como livros que pesam, pesam na sua consciência, pesam na sua tranquilidade e na sua conformidade. 
É isso, ele te deixa inconformada.
Ouvi falar que 1984 de Georde Orwel é uma distopia até melhor que JV, e agora que me interessei tanto pelo gênero eu decidi que não posso deixar de lê-lo.
Então, espero que deixem seus comentários me dizendo o que acharam do livro e quem não leu ainda, se pretendem ler. Um beijo e até o nosso próximo papo literário.