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26 setembro 2015

Draco convida: sábado de boy's love

Olá queridos leitores
hoje eu vim aqui fazer um convite super especial para vocês. A editora Draco está convidando a todos para irem hoje, a partir das 13h para um encontro com os autores da coletânea "Boy's Love: sem preconceitos, sem limites", Dana Guedes, Karen Alvares, Claudia Dugim, Fabio Baptista e Agatha Yukari, todos estarão lá esperando vocês, vai acontecer uma sessão de autógrafos e muito papo com os leitores.




O evento vai ser na Comix Book Shop- Alameda Jaú, 1998, São Paulo- perto da estação Consolação do metrô.
Espero que vocês apareçam por lá e me contem aqui nos comentários como foi essa experiência. Nesse momento eu gostaria muito de ser de São Paulo :/
Mais informações na página do face: https://www.facebook.com/events/147575628922511/

23 setembro 2015

A mulher da nova era não quer ser mãe

O Let's talk é um blog totalmente democrático, ao mesmo tempo em que defendemos a amamentação, defendemos (e respeitamos) também a escolha de cada um. Tendo isso em mente, e sabendo que eu quero trazer cada vez mais diversidade de opiniões para nosso leitores, comecemos esse post porque eu estou muito ansiosa!!!!
Talvez nós já tenhamos passado da época em que escolher não se casar era uma polêmica, já é claro que a mulher moderna, e assim eu quero dizer como no título: a mulher da nova Era, vem tendo o seu perfil moldado de uma forma bem independente. Não é nenhuma novidade que nós hoje estudamos, trabalhos, conquistamos posições de liderança no mercado de trabalho, somos o sustento de nossas família e agora, talvez a evolução mais importante é que conseguimos alcançar a independência da felicidade. Apesar de nossas várias conquistas ainda nos vemos presas pelo preconceito, pela intolerância e pelas opiniões arcaicas, ainda não somos completamente livres.



Então eu entendo que esse assunto desperta dezenas de opiniões contrárias, principalmente aquelas que se baseiam na religião, mas aos poucos queremos que todos entendam de uma vez por todas que nosso livre arbítrio é um direito, uma obrigação e uma meta.
Não é exatamente incomum a nova geração de mulheres querem cada vez mais não ter filhos, e isso é visto como um absurdo, principalmente pelas próprias mulheres. Os motivos podem chegar de todos os lado: o lado financeiro, o lado da correria e falta de tempo, o  tempo pode ter se esgotado ou simplesmente porque  não querem
Independente de você achar isso o fim do mundo é algo que não irá mudar, as convicções de cada um já passaram por tantas provações que estamos ficando cada vez mais fortes em nossas defesas argumentativas, existem bilhões de pessoas no mundo e mais da metade querem ter filhos, não existe portanto motivos para você querer convencer alguém a ser mãe sendo que ela simplesmente não sente vontade nem vocação para isso.
Recorrendo a literatura, li recentemente um livro que fala sobre a superlotação, esse crescimento populacional desenfreado que no futuro pode levar a um colapso, esgotando nossos recursos naturais, esse crescimento exponencial tem afetado os países, principalmente do 3° mundo, a economia, a violência, a pobreza, está tudo correlacionado, essa é a chamada teoria neomalthusiana, Sabemos também o quanto os métodos contraceptivos são ignorados ou as vezes nem chegam nas mãos dos mais desfavorecidos, a gravidez indesejada tem aumentado. Porque então condenar essas mulheres, essa parcela que fez tal escolha e segue a vida normalmente, sendo felizes e sentindo-se realizadas consigo mesmas.
Talvez não seja relevante, mas eu pretendo um dia ser mãe, portanto eu trouxe a blogueira Erica Oliveira para conversar conosco sobre esse assunto, alguém que tomou essa decisão e possa esclarecer tudo por traz das escolhas  dela, quem sabe assim comecemos a aceitar o diferente que pode nem ser tão diferente.

"As pessoas, principalmente mulheres, falam muito em ser mãe e a dádiva que é tudo isso.  Mas e aquelas que não querem filhos?
Eu sou uma delas e fico me perguntando se não temos lugar nesse mundo tão matriarcal.
Desde criança nunca tive vontade de ter filhos, nunca tive o sonho de casar, me vestir de noiva ou coisa parecida.  Meu sonho sempre foi ter um bom cargo, sucesso profissional, um título acadêmico e o meu canto sem ninguém me perturbando.  Sim! Isso tudo desde criança.

Não gosto de crianças, isso pode assustar as pessoas, principalmente quando quem diz é uma mulher.  Mas é sério, odeio a bagunça, odeio o barulho, odeio o coco, odeio fralda, não tenho paciência com a carência infantil, sou extremamente metódica e uma criança só atrapalharia tudo, e quando eu falo tudo é tudo mesmo, nos meus planos não tem lugar para filhos...isso pode parecer monstruoso para quem lê, mas existem mulheres assim!  
Prefiro ter 400 reuniões tendo que explicar porque o número x da empresa caiu para todos os diretores da empresa do que trocar a fralda de uma criança.  Prefiro ficar horas revirando quilos de papel do que no hospital cuidando do nariz entupido.  Prefiro pegar um transito de 4h do que arrumar uma sala toda cheia de brinquedos.
Não tenho o sonho de ouvir papai, mamãe, nem de ver o primeiro dente e muito menos sentir as dores do parto, ou me trancar em casa porque estou chata e com dores.  Não gosto de pensar que alguém dependerá de mim para o resto da vida mesmo que tenha 40 anos de idade.
Sou o tipo de pessoa que fui criada para ser uma profissional, e hoje eu não consigo me ver como mãe.  Não quero perder tempo cuidando da bagunça de uma criança.

Eu me conheço, sei que se tiver que escolher entre levar o filho para o hospital ou aquela reunião de fechamento de mês escolherei a reunião sem nem pensar.  Então penso comigo, pra que colocar uma criança no mundo se não darei atenção para ela?  Só para dizer para as outras mulheres que tenho um filho? Só para mostrar para o mundo que finalmente usei meu útero para alguma coisa?

Aí ouço muito...mas você um dia se sentirá sozinha, seu corpo um dia vai “gritar” para gerar uma criança...gente, pelo amor de Deus...desde quando preciso de um filho para me sentir completa ou feliz?  A felicidade de uma pessoa depende de muitos outros fatores!
Eu sou super feliz com meu mestrado e com minha carreira, e sinceramente não trocaria isso por um filho.  Hoje eu não tenho lugar para uma criança na minha vida e não sinto nem um pouco de falta.
Pra que eu trocaria uma premiação das melhores empresas para trabalhar por uma fralda cheia de coco?  Ou aquele mega projeto daquela empresa dos seus sonhos por papinha e trocas de fraldas?

Não me veja como um monstro e não pense que sou menos mulher por não querer filho, foi uma escolha que fiz, assim como muitas mulheres sonham se casar com vestido de noiva branco, um véu de 3 metros, recepção no Buffet Torres, decoração de orquídeas, macha nupcial e clarins, e seguir com uma vida dedicada a casa, ao marido e aos filhos.  Eu escolhi dedicar minha vida ao trabalho, estudo, viagens, lazer e família.  Sim!  Sou super família mesmo que esse texto faça você pensar o contrário.

Vivemos em um mundo de escolhas, e eu escolho minha carreira."

Bom pessoal, espero que tenham gostado, que tenhamos esclarecido melhor o assunto que de um modo geral não é só sobre a não maternidade, mas também sobre respeitar as escolhas das pessoas, respeitar a diversidade, e lutar pela liberdade de escolha. Quem escreveu esse post são duas pessoas com opiniões completamente diferentes, eu que quero me casar toda de branco na igreja e ter dois filhos, e a Erica que não se vê com filhos e já encontrou a felicidade sem eles. E ambas são mulheres que dão muita importância a suas carreiras.
Quero agradecer a Erica pela colaboração, por ter nos concedido um pouco do tempo dela. Vocês podem saber mais sobre ela acessando o blog Mulherzinhas S/A
Deixem sua opinião nos comentários, vamos adorar conversar e debater, não esquecendo de respeitar a Erica que vei de tão bom grado aqui.



Referências de pesquisa:
http://www.infoescola.com/geografia/teoria-populacional-neomalthusiana/
http://nacoesunidas.org/oms-222-milhoes-de-mulheres-que-nao-querem-engravidar-nao-tem-acesso-a-contraceptivos/

22 setembro 2015

Uma curiosidade sobre o jornalismo: mascote

Olá queridos leitores,
hoje eu vim aqui trazer para vocês uma curiosidade do jornalismo. É algo que eu descobri recentemente, achei interessante, e vim compartilhar.
Você sabe qual é o mascote que representa o seu curso? Ou o símbolo dele? Não? Não acha que seja algo relevante?
Pois saiba que na sua formatura, o(a) organizador(a) do evento terá a obrigação de saber para inserir na cerimônia, além disso o mascote ou o símbolo pode ter uma grande carga moral e ética que resume bem a sua futura profissão ou o perfil adequado, e lhe servirá de guia em sua jornada. Como exemplo eu trouxe os símbolos ou mascotes do jornalismo:
Foca: a foca é destinada a representar os recém formados (novatos) ou que estão prestes a entrar no curso, representa aqueles com pouco ou nenhuma experiência, a foca é considerada um animal curioso e observa tudo ao redor, pois é algo novo para ele, além disso ela demonstra determinação. Há aqueles jornalistas que não gostam muito dessa representatividade.



Raposa: ah esse dá até um orgulho! A raposa é um animal que representa a astúcia e esperteza do profissional jornalista, tem os sentidos bem aguçados, principalmente visão e audição, e está sempre atento a tudo o que acontece a sua volta!
As semelhanças não são meras coincidências. Nós foquinhas buscamos sempre atender a essas características de sermos espertos, astutos e não deixar passar nenhuma informação.
A minha turma acabou de fazer camisetas e blusas de moletom com a raposa. E porque não a foca? Talvez para amaciar nosso ego?!



Fonte de pesquisa: http://paposdaraposa.blogspot.com.br/2014/09/os-simbolos-do-jornalismo.html
http://tatianavasco.blogspot.com.br/2009/01/podem-ate-me-chamar-de-exigente.html

E você, já sabe qual mascote ou símbolo do seu curso? Me conta aqui nos comentários que eu estou curiosa para saber.

20 setembro 2015

INFERNO

Olá queridos leitores,
hoje é dia de resenha e por mais que seja difícil de acreditar não é de nenhum livro da Cassandra Clare, o livro resenhado dessa semana é Inferno, escrito por Dan Brown e publicado pela editora Arqueiro.

Preciso antes de mais nada falar um pouco desse escritor e de seus livros anteriores: Dan Brown é norte americano, formado em História da Arte, suas obras anteriores são: Ponto de Impacto, Fortaleza Digital, O Símbolo Perdido, Anjos e Demônios, O Código da Vinci e Inferno, não necessariamente nessa ordem, seus 4 livros já entraram simultaneamente na lista dos mais vendido do The New York Times, e para exercitar ainda mais nossa admiração por ele esse 3 últimos (Anjos e Demônios, Código Da Vinci e Inferno(2016)), foram adaptados para o cinema, e estrelados por nada mais nada menos que Tom Sangue Azul Hanks.
Esses três últimos livros, que foram os que eu li, posso afirmar que apesar de terem uma história independente, trazem em comum as aventuras de Robert Langdon, o personagem que Tom Hanks interpreta.
Sem mais delongas vamos falar do livro da vez:
O renomado professor de história da arte e simbologista, Robert Langdon acorda em uma cama de hospital em Florença, desorientado, sem saber como foi parar ali, ele percebe que foi baleado na cabeça e teve uma pequena perda de memória a curto prazo. Além disso Robert parece estar sendo perseguido por assassinos, depois de uma nova tentativa de assassinato contra ele, Robert foge do hospital com a ajuda da prodígio Dra. Sienna Brooks. Sienna e Robert começam a tentar desvendar as últimas 24 horas apagadas da memória de Langdon, nessa busca eles descobrem que o professor foi parar em Veneza depois de ser recrutado por pessoas muito poderosas, para tentar desvendar um mistério muito maior, que envolve salvar o mundo, e um geneticista muito famoso a beira da loucura.
Lagndon se vê envolvido em uma teia de mentiras e manipulações, ele não pode confiar em ninguém.

"Os lugares mais sombrios do inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral."

Ao que tudo indica as pistas para desvendar todos esses mistérios estão inseridas nas obras de arte baseadas e dedicadas a uma das mais famosas obras literárias,o poema épico, A Divina Comédia de Dante Alighieri, mais especificamente O Inferno de Dante.

Dante Alighieri

Máscara Mortuária de Dante em exposição no Palazzo Vechio
Este livro com certeza irá te tirar o fôlego, as reviravoltas e o número de descobertas são desorientantes e ao mesmo tempo empolgantes. Com o incrível dom de nos fazer apaixonados pelas obras de arte, a história e os mistérios que somente alguém formado em história da arte como Brown, pode fazer, Inferno me cativou de uma forma abrasadora, que somente o Código Da Vinci conseguiu. A fórmula de Dan para este enredo é basicamente a mesma dos anteriores, até porque ela realmente funciona.

Ah! E se prepare, pois você irá viajar por maravilhosos países da Europa.

Santa Sofia- Turquia


Florença


"Palácio Afundado" Turquia

OBS: todas as imagens foram tiradas da internet

Não se engane, assim como o Código, Inferno também é polêmico e de uma maneira nada evasiva te faz refletir sobre questões que talvez você ainda não tenha parado para considerar, com discussões éticas e morais a serem levadas a questionamento.
O único defeito que eu encontrei no livro foi a vagareza como a história se desenvolvia no início. Mais nada!
É isso! Espero que tenham gostado e principalmente tentem ler essa obra riquíssima.
Até o nosso próximo papo literário

16 setembro 2015

Quando te definem pelo que você lê

A Saga Crepúsculo completa essa semana 10 anos! Pois é, estou ficando velha. Meu box com os 4 livros ainda repousa imponente em minha estante, por vezes empoeirado. Gosto de olhar de vez em quando, abrir as páginas, sentir o cheiro, não de livro novo, mas de história, gosto de ler aquelas páginas que eu marquei e sentir uma nostalgia que me dá borboletas no estômago, quase como se eu estivesse apaixonada novamente.



Não ando pensando em relê-los, pois na época em que os ganhei, me recordo de ter lido cada um por no mínimo 6 vezes, os filmes então, devo ter assistido umas 14 vezes.
Quando penso nos livros de Stephenie eu sou lançada ao início da minha adolescência, nem preciso lhes dizer que essas leituras me marcaram, e marcaram muito, e não foi somente os suspiros de uma jovem que entrava em contato pela primeira vez com romance, foram também o início de um debate pessoal.
Eu era ridicularizada por gostar daquele universo, que por muito tempo se tornou só meu, meus coleguinhas ofendiam todos os personagens que eu gostava tanto, a internet lançou vários booktubers que espancava minha querida série de uma forma tão agressiva que eu não poderia deixar de sentir raiva.  
Ao longo dos meses fui aceitando que o mundo era dividido em 3 partes, os que amavam Crepúsculo, os que odiava e os que nem conheciam, fui aceitando as crítica de forma menos pessoal, mas ao mesmo tempo fui escondendo meu sentimento pelos livros, fui me trancando, me encurralando, tendo liberdade somente quando estava no meu quarto, relendo pelo milésima vez as primeiras páginas do 1° livro.
Até que já não chorava mais lendo Lua Nova, não suspirava mais lendo Eclipse e nem sentia angústia das páginas sofridas de Amanhecer, e para resgatar aqueles sentimentos me arrisquei em novas aventuras, que pertenciam a outras páginas. 
Em meio a tantos meninos que me rodeavam e me ofendiam pelo meu gosto literário, teve um que leu todos os livros, assistiu todos os filmes e ouviu todas aquelas músicas só para tentar me entende, só para estreitar os laços entre nós, para ter o que conversar. Ele entendeu o quanto aquela garotinha era frágil e ingênua, e entendeu que mesmo assim ele estava se apaixonando por ela, e eu por ele.
Hoje eu vejo os pontos negativos do primeiro best seller da minha vida, vejo todos os defeitos dos filmes e vejo todos os pontos fracos dos personagens, vejo que aqueles não eram os melhores livros da minha vida, nem meus favoritos, mas com certeza foram os que mais me afetaram de todas as formas possíveis.
Ainda converso com aquele menino que leu por minha causa, sobre os livros, dou risadas junto com ele do meu fanatismo e do meu péssimo gosto, mas nós dois sabemos, em confidência, que naquela mesma época nasceu o primeiro amor para os dois, um amor que perpetua até hoje. E porque não dizer que aquela saga nos uniu, ou pelo menos contribuiu?!



Apesar de você provavelmente achar Crepúsculo um livro fraco, de escrita mesquinha, de absurdos sobrenaturais, de adolescentes cheios de hormônios que tiram a camisa o tempo todo, de um cansativo triângulo amoroso, de uma personagem sem graça, de machismo e várias outras coisas. Para mim foi um romance avassalador, foi um livro sobre amizade, lealdade e família, foi um livro que me incentivou a amadurecer, e aprender o quanto as pessoas podem ser estranhas e legais, ele me apresentou várias palavras novas e rendeu os filmes com as melhor trilha sonora ever!
Crepúsculo foi que me incentivou a gostar de livros, e hoje eu leio um pouco de tudo, assim como muitos jovens, começam com livros adolescente e não param mais, e são esses jovens que estão tornando essa uma das gerações que tem o maior potencial para fazer de nós, ou a próxima, a geração que mais lê! E ler é agregar conhecimento <3
Então se você é muito fã de algum livro, e as pessoas escolhem isso para apontar como defeito, saiba que você não está sozinha, e que um dia você pode olhar para trás e ver que aquela história nem era lá essas coisas, mas que te proporcionou uma época INCRÍVEL que foi a maior aventura da sua vida e que faz parte de quem você é e de como você escreveu sua história até aqui.
Vale lembrar que qualquer leitura é válida, todas as páginas, seja de qual gênero for, são capazes de nos ensinar algo.
Então não julgue alguém pelo livro que ela lê, pois os dois podem ter uma fabulosa história escondida.

14 setembro 2015

Projeto Literário: Crônica sem Eira

BOM DIA QUERIDOS LEITORES,
venho aqui hoje, fugindo da rotina, para trazer-lhes uma novidade literária. O Let's talk, pela primeira vez, está participando de um super projeto literário. Sim! Você não leu errado.
Esse projeto é uma criação de um blog que eu acompanho, o Crônica sem Eira, de autoria das blogueiras Adriana Costa e Lara Prazeres. O projeto começou dia 07/09/2015 e vai até 07/09/2016, você também pode participar, é só acessar o Crônica, da uma lidinha no projeto e mandar suas pretensões literárias.



A minha listinha de pretensões já está lá na primeira semana, mas vou divulgá-la aqui para que vocês também possam acompanhar:


1. Um livro com mais de 500 páginas;
2. Um livro com menos de 300 páginas;
3. Um livro clássico;
4. Um livro na lista dos Best-Sellers;
5. Um livro publicado esse ano;
6. Um livro do(a) seu(sua) autor(a) favorito(a);
7. Um livro que fale ou tenha algo relacionado a música;
8. Um livro que foi adaptado para filme;
9. Um livro escrito por uma mulher;
10. Um livro que tenha mitologia;
11. Um livro com azul na capa;
12. Um livro que seja spin off;
13. Um livro que se passa no exterior onde você deseja ir;
14. Um livro recomendado por um amigo;
15. Um livro que algum parente seu ama;
16. Um livro para acabar em um dia;
17. Uma continuação de alguma série/trilogia;
18. Uma distopia;
19. Um livro pra chorar;
20. Um livro que se passa no inverno;
21. Um livro que você não conseguiu terminar;
22. Um livro que você queira uma continuação;
23. Um livro que você não gostou mas vai tentar lê-lo novamente.;
24. Um livro que você acabou de comprar;
25. Um livro com dourado na capa;
26. Um livro de capa dura;
27. Um livro com temática social;
28. Um livro emprestado;
29. Um livro de um autor que você nunca leu;
30. Um livro de alguma blogueira/youtuber
31. Um livro que é citado em outro livro;
32. Um livro de ficção científica;
33. Um livro de contos;
34. Um livro sobre a história do Brasil;
35. Um livro com números na capa.

UFA, é bastante coisa para ler não é mesmo? E isso com certeza vai me proporcionar novas experiências literárias, saindo do comodismo, da minha zona de conforto e lendo uma diversidade de gêneros aos quais eu não estou acostumada, e é por isso que estou ansiosa.
Espero que vocês acompanhem de pertinho esse Projeto e me digam o que estão achando.
Até o nosso próximo papo literário o/

13 setembro 2015

Piores coisas na blogosfera

Eu vi posts com essa temática em vários lugares e achei bem legal trazer aqui para o Let's talk, com as minhas concepções de situações ruins que encontramos na blogosfera. O interessante nesse tipo de post para os blogs mais experientes, são os conselhos e as dicas que partem de uma lista como essa, para os mais novos saberem o que não fazer. Por outro lado, para blogs iniciantes como o Let's é curioso uma lista como essa para olharmos o curtinho caminho que percorremos e vermos o que já passamos.
Então vamos ao top 3 de piores coisas que eu encontrei na blogosfera

1- Comentários interesseiros:
se existe uma coisa que me faz revirar os olhos é quando vou toda empolgada ver os comentários de um post, crente de que teremos uma boa conversa (que é o objetivo do blog), e me deparo com
 " adorei o post, visita meu blog ....". Gente, existem grupos nas redes sociais voltadas para essa finalidade, troca de seguidores e troca de comentários, a retribuição está implícita.
O trabalho de escrever algo interessante visa comentários construtivos, essa para mim, é uma das maiores gratificações, então por favor não tornem essa experiência broxante.



2- Temas/assuntos/posts exaustivos:
a maioria dos concelhos que nós recebemos quando se trata de blogar é que o seu website tem que ter um diferencial, isso geralmente parte de você. Você que está produzindo o conteúdo para ser publicado já tem toda uma originalidade que vai servir de diferencial, não é mesmo? Mas você acredita que tem gente que consegue fugir dessa originalidade? E isso cabe não somente aos infelizes plágios como também na falta de imaginação de algumas pessoas para encontrarem um tema legal e diferente para falar. É como quando você entra em um blog que diz que a temática é de fotografia, viajem e moda e só encontra resenha de esmalte.
P.S: O Let's tem suas fases de repetição, vamos relevar.





3- Textos mau escritos:
todos estamos sujeitos a erros, principalmente ortográficos, ninguém é perfeito, mas já topei com cada coisa que dá um tremendo medo. Ter um blog significa, entre outras coisas, que você irá exercitar sua escrita, seu senso de opinião e interação, então tem que estar atento a tudo o que escreve, tanto em questão de conteúdo quanto em questão de escrita. Afinal quem entrar na sua page não merece um texto sem pontuação alguma e informações mal apuradas. Sempre que eu posso eu peço para alguém revisar meus textos, é uma ótima dica.


É isso pessoal, se você está na blogosfera espero que tenha se identificado, se tiver mais alguma situação que te irrita e não foi citado é só colocar aqui nos comentários. 
P.S: este post não tem o intuito de ofender ninguém, não é nenhuma indireta.
P.S2: imagens tiradas da internet



09 setembro 2015

Amamentar, um ato que merece respeito

Em uma manhã enquanto passeava lenta e preguiçosamente pelo meu facebook li o comentário de uma ex colega de faculdade, a mesma não estuda mais na  instituição e nós nunca trocamos muitas palavras, e em algumas de suas idas para as aulas ela levou seus dois pequenos e lindo filhos.
Esse comentário, como muitos que eu ando lendo por essa bendita internet, me chocou a princípio, mas eu não quis desencadear uma extensa argumentação com ela que me renderia mais revolta, ao invés disso trago-lhes essa declaração para que possamos refletir a respeito do que ela diz:

"Acho ridículo mulher que amamenta mostrando os seios. 
É sim um momento íntimo entre mãe e filho, momento o qual não cabe a mais ninguém participar....
Gata quer mostrar as" tetas" mostra em casa, em praias de nudismo, nesses balneários europeus como ibiza que tu pode mostrar....
Aaahh para ne! Ja deu!"


                             (foto de uma campanha de conscientização tirada da internet)
Sem querer entrar muito em um discurso feminista apelo apenas ao direito de uma mãe alimentar o seu bebê quando este sentir fome, as mães não são mais prisioneiras de suas casa e de suas atividades domésticas, as mães hoje são mulheres  atarefadas que nos primeiros meses de vida de seus filhos precisam sair para resolver a vida de ambos, esteja onde estiver ela não só pode como deve dar o leite materno, que carrega tantos nutrientes. A OMS (Organização Nacional da Saúde) recomenda o leite materno como alimento exclusivo até os seis meses de idade e como complemento até os dois anos.
A amamentação além de sua função mais essencial e básica é a melhor forma de conectar mãe e filho, estreitar os laços e isso é sim um gesto íntimo e que não diz respeito a mais ninguém, independente de onde eles estiverem.
Em São Paulo a lei puni com uma multa de R$ 500 quem proibir as mães de amamentarem. 
Agora onde está o ato sexual em uma prática de sobrevivência? Porque eu não consigo enxergar.
Quando a mulher bem entender que deve mostrar os seios, porque são dela, ela pode usar quantos decotes ela quiser, ainda assim ela não estaria cometendo nenhum crime.
Minha intenção não é desmerecer a opinião da pessoa, apenas trazer esse debate, com minha opinião, apesar de não ter filhos ainda, achei o comentário absurdo e não imaginava que isso sairia de uma mãe.
Fui conversar com minha avó sobre isso. Ela tem 65 anos e 5 filhos, trabalhou de limpeza durante 25 anos e sustentou a todos com muita dificuldade, em uma época mais conservadora que a nossa. Perguntei a ela se ela amamentou seus filhos na rua, e ela declarou que com certeza: "os rapazes nos ônibus me davam os lugares no canto, para que eu pudesse dar de mamar com mais tranquilidade".
E em sua imensa sabedoria que nunca deixa de me surpreender ela me disse algo que eu levarei para o resto da vida: "quando uma moça se casa e tem filhos, o seu corpo e o seus seios não são mais dela, eles passam a ser de seu bebê".
E você, qual sua opinião sobre isso? Vamos conversar?

06 setembro 2015

Fazendo Jornal

Eu já estava com saudades de falar de jornalismo aqui no blog que por sinal é um dos temas que mais me agrada falar sobre.
Uma das coisas que você, que está tentando decidir para qual curso entrar ou que está prestes a se matricular no curso de jornalismo tem que saber é que os trabalhos práticos que fazemos ao longo dos semestre é uma das coisas mais importantes do curso.
Neles você ganha uma experiência enorme, colocando em prático toda a teoria que o professor passou, pode até parecer óbvio dizer o quanto os trabalhos são valiosos, mas eu ressalto isso por saber que a quantidade de alunos que se apoiam nos colegas na hora de fazer as tarefas, é algo preocupante.
Na  faculdade que eu estudo existe um sistema de aulas práticas chamado ATPS (Atividade Prática Supervisionada), nela os professores passam um "desafio" que deve ser realizado em etapas para se chegar ao objetivo final. E é até difícil dizer para vocês o quanto essas ATPSs me ensinaram. Afinal temos que colocar mesmo a mão na massa e correr atrás de tudo que a atividade propõe, desde sair pela cidade fotografando até produzi jornais e revistas.
Eu não imaginava que logo de cara no 1° semestre eu teria que ajudar a produzir uma revista, muito menos que no terceiro o produto seria um jornal. E quando eu digo produzir eu quero dizer que o nome,  as cores, o símbolo, as pautas, a apuração, as entrevistas, as fotografias, os anúncios, a diagramação, o desembolso para a gráfica, etc, tudo fomos nós que corremos atrás. Deu um trabalhão, mas o resultado foi gratificante.




Foram vários desafios, desde o processo criativo, a adaptação com o aplicativo de diagramação, lidar com pessoas de diferentes humores para entrevista, até achar uma gráfica rápida com um precinho bacana. E apesar de tudo, não pensamos em desistir, o jornal foi entregue na data e com muito orgulho.
Hoje eu não digo que conseguiria diagramar um jornal sozinha, mas em compensação eu sei que posso forçar minhas barreiras muito mais, posso dizer que tenho boas histórias, e menos vergonha na cara para pedir uma entrevista a um delegado de polícia que tem a cara fechada.

A produção foi realizada por uma equipe de 4 pessoas, para chegar ao produto final foi utilizado o aplicativo IDesign para diagramação, todas as notícias e anúncios possuem a credibilidade garantida pelo grupo.

02 setembro 2015

Parceria

Olá queridos leitores.
Estou aqui quebrando a rotina de postagens do blog para informar que o Let's talk está fazendo uma parceria com a Editora Draco.
A etimologia da palavra Dragão  vem do grego "olhar" e no mito também grego significa aquele que vigia tesouros cobiçados. Esse tesouro é a literatura fantástica brasileira. Sim! A Editora Draco nos traz a oportunidade de entrar em contato com os tesouros nacionais, incentivando as grandes mentes dos escritores brasileiros e saciando nossos desejos por livros do nosso Brasil.
Eu nem sei como expressar a importância de ter um estilo editorial tão exclusivo aqui no Let's, alimentando nosso acervo e trazendo as melhores novidades para vocês.



Sobre a Editora
"Draco. Do latim, dragão.
“A palavra dragão (em inglês, dragon) vem do grego drákon, δράκων, que deriva do verbo derkomai, “olhar”, pois seu papel no mito grego é o de vigiar tesouros cobiçados. O nome tem sido dado a criaturas mitológicas muito diversas, de diferentes culturas.”
O que o nosso Draco propõe?

Algo diferente. Invés de apenas vigiar esses tesouros cobiçados, queremos também apresentá-los a todos que os buscam. Esses tesouros estão por toda parte: internet — em suas muitas facetas como blogs, sites de compartilhamento e redes sociais; computadores pessoais — escondidos por autores que são verdadeiros dragões, no sentido original da palavra; impressos — compartilhados entre amigos e familiares — e, claro, também nas estantes das livrarias por todo o país. Esses tesouros, ou podemos dizer, tesouro: a literatura fantástica brasileira.
A Editora Draco quer fazer conhecido esse imaginário brasileiro, tão nosso e único, mesmo influenciado por obras estrangeiras que chegam através de livros e outros meios.
Queremos publicar autores brasileiros, aliando design, ilustrações e tudo o que for possível para melhorar nossos produtos. Que nossos leitores sejam atraídos pela beleza, mas nunca deixem de se maravilhar com as histórias e personagens que nossos livros trazem.
Que os autores brasileiros possam compartilhar seus tesouros e nós, amantes de livros e literatura fantástica, possamos ajudá-los a chegar aos leitores, abrindo portões e vencendo armadilhas, criando imagens e histórias que possam ser contadas por muitos anos.
O dragão despertou e convida a todos para desfrutar desse tesouro."



Os livros, os contos e os quadrinhos tem as capas mais incríveis e te dão uma vontade louca para ler todos, sem contar que eu achei os preços bem acessíveis,fiz uma seleção dos 5 que mais chamaram minha atenção:



Um descuido dos tradutores da Bíblia revelou o pior dentre todos os demônios. Um velho e decadente detetive de polícia investiga um macabro suicídio, mas o que ele não sabia era que sua vida estava por um fio e seria envolvido em uma conspiração contra toda a humanidade. Uma palavra-chave, transliteração de uma palavra hebraica repetida em 63 trechos da bíblia, dará início à mais sombria das investigações. Uma organização secreta milenar abriga incríveis segredos e bizarras e inimagináveis personagens. Afinal, o que teria em comum Platão, Vlad Tepes, Erzsébet Báthory, John Milton, Thomas Chatterton, Mary Shelley, Percy B. Shelley, Robert L. Stevenson, Aleister Crowley e Jim Morrison? Descubra em O Desejo de Lilith, um romance sobrenatural vivenciado nas principais avenidas e ruas de São Paulo, repleto de segredos, revelações, aventuras e muito rock n’ roll. Mas atenção, seja forte e esteja preparado ao ler estas páginas, pois você não confiará mais em seu vizinho ou qualquer outro transeunte que cruzar o seu caminho. Você nunca mais enxergará o mundo como antes…Afinal, qual seria o desejo de Lilith?

Quando o Amor e a Morte estão separados por um simples beijo

Meu nome é Kat, não sei se já nos falamos. Bom, pareço uma jovem universitária normal, exceto por um detalhe: tenho o poder de matar com um simples toque. No passado, isso fez com que eu tentasse me manter isolada de todos, mas também atraiu pessoas que desejavam controlar esse dom – e aí as coisas ficaram perigosas para o meu lado. Muito perigosas.
Eu meio que iniciei uma guerra.
Só sei que agora estou não apenas envolvida, mas jogada bem no meio de tudo, parte de algo que ainda nem entendo, não sei em quem confiar ou qual é o meu papel. Sei também que há pessoas que se importam comigo e querem me ajudar a superar meus problemas. Mais ainda, me ajudar a acabar com um plano que pode levar a humanidade a mergulhar no caos. E entre eles está aquele que me faz ter medo de poder matar alguém com um toque. Ou um beijo…
Um Beijo de Morte é um romance fantástico de Luiza Salazar, a conclusão da elogiada aventura pelas sombras iniciada em Um Toque de Morte. Kat precisa tomar o controle, entender esses segredos do passado e aprender a dominar seus poderes de uma vez por todas, antes que seja tarde demais.


Uns dizem que fui amaldiçoado, outros que ganhei uma nova vida fascinante. A única certeza que tenho é que essa terrível sede só pode ser saciada com sangue.

Deuses Esquecidos é o segundo romance da Série Tempos de Sangue, de Eduardo Kasse, e narra a história de Alessio, um camponês temente a Deus que se tornou imortal contra a própria vontade.
Em uma Itália governada pela incontestável Igreja Católica, com seus dogmas e imposições, Alessio se vê em um grande dilema: depois de ser transformado em um bebedor de sangue, ainda teria chance de obter a Salvação?
Enquanto segue em busca de respostas, deixando à própria sorte a mulher e o filho, percorre caminhos tortuosos pela Europa medieval contando com a ajuda de um monge glutão e preguiçoso que também precisa expiar os seus próprios pecados.
Durante essa jornada fantástica, sua alma sempre estará envolta por sombras. Se reais ou imaginárias, só o tempo poderá dizer.


Em Sherlock Holmes – Aventuras Secretas, o maior detetive de todos os tempos retorna para desvendar novos casos, trazidos por um seleto time de autores brasileiros. Com organização e contos de Carlos Orsi Marcelo A. Galvãotambém participam dessa homenagem ao gênero policial Octavio Aragão, Alexandre Mandarino, Rosana Rios, Lucio Manfredi, Romeu MartinsCirilo S. Lemos
Obra máxima de Sir Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes é um dos mais duradouros ícones culturais de todos os tempos. Recentemente reinventado no cinema e na televisão, e sempre celebrado na literatura, continua a encantar com seu delicado equilíbrio entre racionalidade pura, personalidade única e energia explosiva.
É nesse espírito de reinvenção, mais do que de resgate — pois quando foi que Holmes precisou ser resgatado? — que chega essa antologia. Nela saberemos o que teria acontecido se Holmes e Watson nunca tivessem se encontrado, qual foi a herança que Edgar Alan Poe deixou para Doyle e como a história foi reescrita pelos poderosos para apagar a memória de algumas das maiores aventuras já vividas. Organizado por Carlos Orsi e Marcelo A. Galvão.

Um passeio pela destruição que restou da presença humana.

A fantasia e a ficção científica crescem cada vez mais no Brasil e no mundo, ganhando inúmeras adaptações para o cinema e até despertando certa devoção entre os fãs, como se os personagens fossem pessoas reais e seus destinos estivessem de fato em nossas mãos. Ao lado da literatura de terror, formam uma tríade onde tudo é possível e a única regra é ter muita imaginação. Recentemente, as distopias têm levado esse sucesso a um novo patamar, marcando presença constante com seus romances na lista de best-sellers.
Depois do Fim é um tour pelas terras inóspitas das distopias, pela aventura constante e o humor amargo de quando o que está em jogo é a nossa sobrevivência. Após levar os leitores a visitarem cidades fantásticas na coletânea Fantasias Urbanas, Eric Novello reúne oito novos autores que tinham como armas de batalha a qualidade, a criatividade e o entretenimento. Blanxe, Nazarethe Fonseca, Cirilo S. Lemos, Eduardo Kasse, Diogo de Souza, Gerson Lodi-Ribeiro, Marcelo A. Galvão e Alliah, que participa também com uma narrativa visual.
Sobrevivendo a monstros no fundo do oceano e a provas de resistência em estufas mecanizadas, a ringues de boxe onde se luta pelo direito de sonhar e a castelos sitiados por invasores cruéis, escapando de conflitos entre deuses vingativos e de cangaços violentos onde a bala é a lei, correndo por campos dominados por vampiros ou por cidades melancólicas, só nos resta responder à pergunta: o que acontece depois do fim?


Corre lá no site e dê uma olhadinha  no que está por vir:

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Espero que tenham gostado da novidade e que fiquem acompanhando as novidades que eu pretendo trazer. Um beijo e até o nosso próximo papo literário.







Experiências

Eu visito quase que diariamente o blog Diário de Casamento, seja para ver se tem post novo e ler depois ou para ler imediatamente e trocar ideias e opiniões com a Adriana. O incrível é que todas as vezes que eu leio sempre me despertam um milhão de ideias, opiniões e percepções a respeito daquele assunto, sei lá deve ser um dom que a Dri tem. E eis que uma das percepções que ela despertou rendeu um post:
Um dos textos lá do Diário que falava sobre inspiração me levou, como sempre, a pensar nas coisas que acontecem ao meu redor. Cheguei a comentar que assim como a escritora daquela postagem eu gostava de observar casais na rua. A demonstração de afeto entre eles acabava tirando de mim um sorriso. Um casal de idosos caminhando na calçada de mãos dadas, conversando alegremente de repente me fazia pensar que o mundo poderia ser feito só de sentimentos puros como aquele, que as pessoas se amariam com a mesma confidência e sabedoria daqueles dois.
Coisas boas e bonitas podem te inspirar, seja para agir corretamente, seja para sorrir mais, escrever uma música, uma poesia, um livro, pintar um quadro ou cultivar flores no seu jardim.
Quando surgem inspirações para escrever aqui no blog geralmente eu estou voltando para casa a noite, olhando pela janela do ônibus, observando a movimentação do centro e ouvindo uma música. Ou estou a caminho do serviço, andando em meio às árvores, pensando na faculdade e ouvindo música.
Como eu disse inspirações servem tanto para a arte quanto para nosso crescimento e elas veem de coisas bonitas que admiramos, mas aqui está o que me fez pensar tanto, as coisas "ruins" também podem ter o mesmo efeito?
Situações desagradáveis podem despertar ações e reflexões que geram um bom resultado em nós? Eu acredito que sim.
Cento dia estava em um local, e escutei um conhecido discutir com a namorada por telefone, brigaram por longos minutos, depois esse conhecido ficou se queixando da namorada. Fiquei curiosa e procurei não julgá-lo, pois não sabia de nada da situação. Eis que em meio as reclamações sobre o relacionamento dele eu subitamente senti uma necessidade de ligar para o meu namorado e dizer-lhe que o amava muito.
Foi o que fiz. Tirei alguns minutos, fui para um cantinho e sinceramente disse a ele que liguei só para dizer que o amava. Simples assim. E por mais que nós dois troquemos nossas juras de amor diariamente aquilo fez uma diferença enorme. Ele comentou o quanto aquilo o alegrou e eu percebi que as vezes um gesto simples e inesperado poderia agradá-lo.
Então penso que enquanto observamos, sejam coisas boas ou ruins sempre podemos tornar aquilo uma experiência nutritiva, extraindo ensinamentos, afinal nós podemos aprender com nossos erros e acertos, assim como podemos aprender com o das pessoas.