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26 julho 2015

Sal

Olá queridos leitores, a resenha de hoje é sobre Sal, livro da escritora brasileira Letícia Wierzcohwski e publicado pela editora Intrínseca.


Sal é um romance que conta as tragédias, ou não, da família Godoy, que deveriam assim como seus antepassados trabalhar e procriar na ilha de La Duiva, cuidando do farol. Assim como os sucessores deveriam fazer. Mas acontecem reviravoltas e Tiberius o sexto filho dessa família descobre em sua jornada que muitos de seus ancestrais desviaram-se desse destino e que sua geração pode acabar sendo a última a cuidar do farol.
Eu realmente me surpreendi com esse livro, não esperava gostar tanto. Confesso que li receosa, no começo você fica confusa mas quando entra na linha de raciocínio da autora a história fica gostosa e intrigante. A forma de narrativa que Letícia escolheu é algo novo para mim e me deixava perdida algumas vezes, perto do final a leitura se tonou um pouco massante e até difícil, mas é um livro poético a sua maneira, uma poesia tão nova que atrai até quem não gosta.
Os personagens são minha parte favorita, ah cada um deles tão diferente, todos eles contribuindo para a narrativa do seu jeito. A diversidade deles foi o que tornou o livro tão interessante, meus preferidos são Cecília e o Tiberius, ambos são pessoas doces e sábias, que carregam seus próprios fardos.
Apesar de ter alguns acontecimentos tristes a história não ficou pesada e melancólica, é algo tão natural que você simplesmente aceita e segue em frente para saber se algo bom vai acontecer ou se a tragédia é o destino deles.



Eu sei que muitos leitores tem com meta ler um livro brasileiro e eu recomendo Sal, para um belo fim de semana em casa na companhia de Ivan, Cecília, Eva, Flora, Julieta, Tiberius, Orfeu e Julius. Boa leitura.

06 julho 2015

Vamos ao cinema?

Eba! Essa semana tem a estréia do filme Cidade de Papel


Olá queridos leitores, hoje eu estou aqui para lembrá-los de que essa semana, dia 9, será a estréia da segunda adaptação cinematográfica de um dos livros do John Green, Cidade de Papel (Paper Town).
A primeira adaptação foi A Culpa é das Estrelas (2014), romance que foi bem recebido pelos fans do livro. É um pouco difícil os leitores ficarem satisfeitos com o que é feito nas telonas mas o roteiro teve a mão de John e acho que por isso foi uma das adaptações mais fieis, na minha humilde opinião.
Este ano, com o longa de Cidade de Papel, que promoveu até a vinda de John e Net Wolff, protagonista que fará o papel de Quentin e que fez Isaac em ACE, para o Rio de Janeiro, tenho boas expectativas. Será um filme mais leve que o anterior e mais dinâmico, até o autor se diz satisfeito com o rumo que o filme tomou: Confira aqui a entrevista
Ah e eu até fiz uma resenha aqui no blog do livro, dá uma olhadinha ;)
Bom, agora que o recado ta dando e lembrado vamos torcer para que seja tão bom quanto parece. Depois que vocês assistirem me diga aqui nos comentários como foi essa experiência.
Beijos e até a próxima.