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18 outubro 2014



RELACIONAMENTOS
Love: what is Love? O que é o amor?
Hoje em dia parece que quando vamos falar sobre qualquer coisa somos vítimas de críticas e julgamentos, isso não é algo totalmente errado, mostra que estamos aprendendo ou tentando ter nossas próprias opiniões sobre o que nos está sendo informado. Quando não somos julgados somos apontados como pessoas que estão julgando, pode ser que sim, mas pode ser que aquele comentário não esteja carregado de preconceito. O mundo virou um lugar complicado? Ou estamos ficando menos tolerantes? Nem tudo é motivo para brigas né gente?!
Por que estou falando isso?
Vamos esclarecer algumas coisinhas primeiro: para falar com vocês sobre relacionamentos certamente iremos falar sobre sentimentos, mais precisamente o mais antigo e venerado amor. No entanto já estou prevenindo futuros desentendimentos que irão levar a longos e desnecessários comentários e dizer que nesse texto eu manifesto as minhas impressões sobre amor e relacionamentos, portanto quero que vocês também expressem suas opiniões e experiências.
AVISO: eu posso não ser a pessoa mais apropriada para falar sobre relacionamentos primeiro porque tenho 18 anos de idade e essa não é considerada, pela galera mais velha, uma idade aceitável para se falar de amor, muito menos dar conselho. E segundo, em 18 anos eu só tive/tenho 1 namorado e isso me torna inexperiente em várias questões. Mas pode ter certeza de que pelo menos uma coisinha você poderá aproveitar daqui.
Para de enrolar né! É obvio que você já ouviu por ai que o amor está sendo banalizado nos dias de hoje. No aniversário de 5 anos da amiga da prima, a mina se apaixona pelo garoto de cabelo lambido que ta roubando brigadeiros no canto, as amiguinhas bolam um plano estilo missão impossível para vocês “ficarem” la naquele bequinho longe da supervisão adulta, depois vocês conversam, mudam o status do facebook, trocam declarações e semanas depois o guri ta pagando de pegador no refeitório da escola. PRONTO acabo o mundo! Baldes de sorvetes, lágrimas e indiretas no twitter mais tarde você nem lembra se está chorando pela traição ou por ter que tirar seu status de relacionamento sério.
Existem diversos tipos se situações parecidas ou diferentes dessa que “revoltam” as pessoas. Você com certeza já viu alguém comentando como é absurdo aquele casal que está junto a 2 semanas dizerem que se amam, eu mesma já achei graça de muito relacionamento por ai, e também me surpreendi com a rapidez de troca de parceiros. Sabe por que? Porque somos diferentes, em todos os aspectos. E a diferença não é bem aceita.
O que eu quero dizer com isso tudo é que toda forma/manifestação de amor é válida! Não importa se esse amor vai durar 2 dias, se é só durante as férias, se é platônico, homoafetivo, se é virtual, imaginário, inalcançável, louco, pervertido ou confuso. Eu não me importo mais se você ama o jeito como aquela novinha vai pro funck quase pelada, te mata de ciúmes, te irrita, desce até o chão e ainda quer um relacionamento sério. Meus parabéns por você está amando, quer meu conselho? Vai pro baile com ela e rebola com ela, mas ame-a, nem que esse amor dure só até o final da festa, nem que os outros digam que não é amor, é luxúria, diga a si mesmo que é amor.
Porque ninguém é capaz de definir o amor, de caracterizá-lo, de apontar se ele é certo ou errado. Enquanto ou outros perdem tempo tentando decidir se esse status no face é amor ou não nós usamos o nosso tempo para amar.
Ame, nem que seja por uma noite.
Ame, nem que você tenha que amar a ilusão.

Ame, nem que você tenha que amar a ideia de se estar amando.
(Foto tirada por Bárbara Oliveira)