slide

27 abril 2014

Minha Primeira Reportagem Local

Por não aguentar mais, população denuncia lixão a céu aberto em Ceilândia.

 O desconforto e o mau cheiro fizeram com que os moradores da Nova QNL denunciassem um lixão que se formou em uma área verde que ligava a Nova QNL a Ceilândia Sul. Segundo pessoas que moram na região em média de 25 anos, grande parte desse período a situação é a mesma. A grande quantidade de lixo doméstico, lixo hospitalar, entulhos, garrafas de cerveja, refrigerante, recipientes de doces e fraldas descartáveis, o insuportável mau cheiro, sem contar com a época de chuva, a água escorre para as casa levando consigo toda a sujeira. E tudo isso contribui para o aparecimento de ratos e mosquitos que invade as casas ao anoitecer. Além de todo o incomodo físico, a população tem de conviver com o medo e o desconforto causado pelos moradores do lixão.
As fontes afirmam que certas providências já foram tomadas, o entulho já foi recolhido, mas sempre volta. Pois segundo transeuntes. É nada mais que culpa da própria população. Existem divergências, vizinho brigando com vizinho, um repreende o outro que contribui para o acumulo de lixo no local. “Já está sujo, mais lixo não faz diferença” diz uma moradora, “cada um precisa fazer sua parte” diz outro morador. Para alguns a solução seria colocar placas e cobrar multas, e aumentar a fiscalização, mas parece que a única saída seria se construíssem uma área de lazer, ou uma academia popular.
Nossa equipe entrou em contato com a administração de Ceilândia e o SLU, que informou que iria mandar uma equipe de limpeza para o local. Não informaram a data em que essa equipe ira para fazer a retirada do lixo.
Fontes que quiseram se identificar: Marli Alves e Elena Xavier
Local: Ceilândia Sul, ao lado da Igreja Cristã Presbiteriana, QNL 31 módulo A

(Fotos tiradas por Bárbara Oliveira)

Reportagem de Bárbara Aparecida Soares de Oliveira
Edição de Cleiton Barboza

Flisol

Ontem ingressei em um mundo novo.
Com o objetivo de ganhar experiência e horas complementares na faculdade me voluntariei, junto a alguns colegas, para cobrirmos um evento sobre software livre.
Cheguei ao local empolgada, com pouco conhecimento do assunto mas muito ansiosa. E me surpreendi! Não era um simples evento com 2 palestrantes e 5 participantes. Era o maior Festival Latino Americano de Software Livre.
O evento aconteceu em duas sedes aqui em Brasília. Uma em Taguatinga (onde fiquei) e outro em Santa Maria. Haviam 4 caravanas, sendo que uma era de Goiânia.
São vários palestrantes, de diversas áreas, alguns com palestras mais técnicas e complexas, e outros com palestras mais simples (as únicas que eu entendia), portanto desde o nível ensino médio básico, até níveis universitários.
O evento também disponibiliza sala de jogos livre e sorteio de camisetas, CDs e bolsas de estudo.
Eu não sai de lá sabendo tudo sobre software livre, banco de talentos ou programação de sistemas. Sai de lá, cansada, com uma experiência na área jornalística (publiquei 4 textos para o blog em um único dia!) e com uma tremenda vontade de fazer com que a divulgação do evento seja mais do que é atualmente.
Foram 2500 inscrições, mas sinto que pouco se sabe sobre o Flisol aqui em Brasília. Eu mesma só soube de sua existência essa semana, e realmente acho que é algo que vale a pena, a liberdade de conhecimento é a principal proposta, e se você fala de liberdade, então a sociedade precisa conhecer! Não necessariamente para aderir, mas para adquirir conhecimento e opções.

Eu os convido a visitarem o blog e lerem as nossas reportagens, mas mais importante, eu os convido a participar no próximo ano.

http://flisoldf.blog.br/2014/noticias/


(Foto tirada por Bárbara Oliveira)